Que a ajuda vá ao seu encontro

2 Rs 4:2 – Eliseu perguntou-lhe: “Como posso ajudá-la? Diga-me, o que você tem em casa? ” E ela respondeu: “Tua serva não tem nada além de uma vasilha de azeite”.

2 Rs 4:13 – Eliseu mandou que Geazi dissesse a ela: “Você teve todo este trabalho por nossa causa. O que podemos fazer por você? Quer que eu interceda por você junto ao rei ou ao comandante do exército? ” Ela respondeu: “Estou bem entre minha própria gente”.

A Palavra mostra em um único capítulo duas mulheres que são questionadas sobre que tipo de ajuda precisavam. São duas realidades distintas: a primeira era uma viúva, mãe de dois filhos, que se encontrava endividada; a segunda era uma mulher casada, rica e que não tinha tido filhos. Para ambas, a postura do profeta é a mesma – ele age com empatia e se dispõe a servi-las, a fim de que saíssem do quadro em que se encontravam.

As duas personagens necessitavam da ação de Deus. A primeira precisava quitar suas dívidas e resguardar a liberdade de seus filhos. A segunda carecia viver a alegria de ser mãe, sendo que parte da questão teria quer ser resolvida em seu marido, que já era idoso.

Algumas vezes nos sentimos com necessidades que não são somente nossas, outras vezes, para que a situação mude o milagre precisa chegar em uma outra pessoa.

Diante da pergunta de Eliseu, a viúva soube descrever exatamente a sua dificuldade, que envolvia seus filhos. Ela expôs para o profeta algo que muitos não conseguiriam prestar relatório, a questão financeira. A mulher rica, por sua vez, já se apresentou como alguém que não sentia falta de nada e mesmo assim foi atendida. É que Deus conhece o que está dentro do coração de cada pessoa, Ele sabe pelo que clamamos no secreto.

O fato é que houve um tempo determinado para a história delas mudar, e consequentemente todos os familiares foram alcançados pela mesma graça. Mas o que desencadeou a chegada da ajuda? Ambas tinham sementes plantadas no Reino.

A viúva herdou o direito de colher o que seu esposo semeou enquanto servia à Deus como discípulo do profeta Eliseu, e isso nos ensina que à medida em que fazemos algo de bom também resguardamos a nossa casa; a sunamita, por ter sido sensível e ter envolvido seu marido enquanto alimentava e depois hospedava Eliseu e seu servo, também tinha direito à uma colheita.

Que você possa ter um coração disposto a fazer o que precisa ser feito, sabendo que no tempo certo você será contemplado pelo favor do Eterno.

Pra. Ana Cunha

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